Não foi sorte. Eu tenho um pai no céu.Thiago Braz, medalhista olímpico

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Francisco Medeiros / Ministério do Esporte do Brasil / Agência Brasil , Wikipédia Commons

Thiago Braz, na última segunda-feira, 15 de agosto, ganhou sua primeira medalha olímpica na carreira e mais uma medalha de ouro para o Brasil nas Olímpiadas Rio 2016.

Thiago é mais um exemplo de superação e volta por cima diante das adversidades da vida. O atleta foi abandonado por seus pais quando tinha apenas 2 anos de idade, sendo então criado por seus avós paternos Maria do Carmo e Orlando Braz, com o apoio de um tio, o ex-atleta Fabiano Braz.

Com 14 anos começou no atletismo, e logo venceu os campeonatos que participou; em sua primeira competição internacional, em 2009, foi bronze; e agora chega ao incrível ouro olímpico.

Braz atribui sua carreira vitoriosa a Deus e a seu treinador, Vitaly Petrov, como declarou em entrevista à Agência Brasil“Como tenho um pai no céu, tenho um na terra também, que é o meu técnico. As dificuldades ele passou comigo. Foi ele que confiou que eu poderia saltar alto desde o início da minha carreira”. 

E depois de ser acusado pelo técnico do saltador francês Renaud Lavillenie, prata nos jogos olímpicos, de ter vencido com ajuda de forças do candomblé, Thiago rebate:

“Ele não sabe quem eu sou, com quem eu ando. E uma das coisas que ele não conseguiu reconhecer nos meus saltos era que eu tinha um pai, que se chama Deus. Ele pode chamar de sorte, mas eu tenho um cuidado de Deus. A gente vinha preparando para que o cenário dos Jogos Olímpicos fosse voltado para mim e Deus me honrou naquele dia.”

 

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