A linda história deste bebê nos dá esperança em plena pandemia

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    Créditos: P. Omar Buenaventura vía Facebook

    No meio de uma pandemia também existe lugar para histórias de amor e esperança, como a deste bebê nas mãos de um pároco.

    Omar Sánchez Portillo é um sacerdote de Lima, no Peru. Através da Associação das Bem-Aventuranças, desenvolve um importante trabalho social ajudando os mais necessitados.

    Desta vez, Deus lhe devolveu um pouco do bem que faz trazendo este pequeno bebê para a sua vida.

    Aqui ele contou como esta benção trouxe este bebê à sua vida:

    https://web.facebook.com/padreomarbuenaventura/posts/1123512854681032

    “E no meio de toda esta loucura, Deus nos dá um lindo presente.
    José Marello Buenaventura
    27 dias de nascido
    Abandonado nas ruas
    Código branco
    Obrigado porque, em meio a tanto sofrimento, dor e angústia, nos lembras da nossa missão!
    Obrigado, Deus!

    P. Omar
    Obs: Apesar de todo o cansaço, a felicidade me ultrapassa!”

    A história por trás do post

    A Associação das Bem-Aventuranças é um “lar para pessoas (crianças, adolescentes, jovens) com habilidades diferentes, com doenças psíquicas, e com enfermidades físicas”, explica o Pe. Omar ao ChurchPop.

    O sacerdote conta que “de vez em quando nos ligam porque aparecem situações deste tipo, como a deste bebê, que foi abandonado por sua mãe; uma menina jovem, menor de idade que tem HIV. E nos ligaram para recebê-lo.

    Nós dificilmente dizemos não, porque sabemos que se entram em contato conosco, é porque precisam de um lugar. Chegou ontem [30 de maio], dia do Beato José Marello, fundador dos Oblatos de São José. E chegou na nossa vida para animá-la”. Os menores chegam à casa através do Ministério da Mulher e Povos Vulneráveis do Peru.

    A caridade em tempos de pandemia

    O padre Omar também comenta que, neste momento, quase nenhum lugar está recebendo crianças ou pessoas maiores por medo do contágio e descreve: “a primeira coisa que nós fazemos quando recebemos uma criança é fazer o teste molecular e aguardar os resultados.

    Enquanto isso, o mantemos de quarentena internamente. Como é bebê, fica mais fácil, atendido por uma só pessoa, com todas as medidas de biosegurança para evitar que possa haver o contágio”.

    “Ele é ‘código branco’, ou seja, tem HIV. Graças a Deus, como é pequeno, o tratamento é permanente e chega ao ponto de viver uma vida normal. Temos tido casos similares”, adiciona o padre.

    O porquê do nome do bebê: José Marello Buenaventura

    Todos os residentes que chegam à casa sem nome e sobrenome, recebem normalmente o nome do santo do dia. Este costume começou com o primeiro residente. Após uma luta com o Ministério da Mulher, nos autorizaram a criar uma identidade para aqueles que não tinham.

    “Então lhe colocávamos o sobrenome de Buenaventura, pelo Lar das Bem-Aventuranças, recorda o Pe. Omar. Ele chegou ontem, dia do Beato José Marello; me pareceu um nome bonito, ainda que Marello seja um sobrenome, soa bem para um nome, e o chamamos de José Marello Buenaventura”.

    E reconhece: “trouxe a felicidade para esta casa, alegria como todas as crianças que chegam à nossa casa. São crianças que trazem alegria, felicidade e esperança em meio a tanto sofrimento“.

    Deus abençoe esta obra maravilhosa!

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