Você já ouviu o grito. "Brasil! Brasil! A Seleção chegou!" Aí vêm os nomes, um atrás do outro, cada craque puxado pela torcida. Vini Jr., Raphinha, Casemiro. E o clímax: "Respeita o manto, o rei voltou! Neymar!"
A trend tomou conta das redes. Num colégio católico, os alunos do @pequenaviamineiros mudaram a escalação inteira. O time que entrou em campo é o mais vitorioso da história.
A escalação que ninguém esperava
O ritmo é o mesmo. A empolgação é a mesma. O coro repete cada nome como numa arquibancada lotada. Só que os jogadores deram lugar a outros campeões.
"São Miguel! São João! Santa Rita!" E segue. São Bento, São Jorge, São José, Santo Antônio, Santa Teresinha, Nossa Senhora, São Francisco, Padre Pio, Carlo Acutis, São Sebastião, o guerreiro.
Então vem o fim. A música original grita "o rei voltou". E o Rei que entra no vídeo dos alunos é Jesus.
No futebol, "o manto" é a camisa e "o rei" é o craque. Ali, o manto é o de Nossa Senhora. E o Rei é Cristo.
Cada nome do vídeo carrega uma história de verdade. Carlo Acutis usava a internet pra falar da Eucaristia e virou o primeiro santo da geração millennial. Padre Pio levou no corpo as chagas de Cristo. Santa Teresinha ensinou o "pequeno caminho", a santidade nas coisas miúdas do dia. São Sebastião não negou a fé nem sob as flechas.
O grito que vale pra sua vida
A gente sabe o nome dos craques de cor. Trava na hora de lembrar um único santo pra chamar de padroeiro.
Os alunos inverteram isso por alguns segundos. E mostraram, rindo, uma coisa séria. Torcer pelos santos é descobrir um time inteiro de gente comum que chegou lá. Gente que teve medo. Errou. Recomeçou. E venceu mesmo assim.
O craque do futebol se aposenta. O ídolo sai de campo. O Rei que aqueles jovens anunciaram no fim continua o mesmo. E Ele voltou pra ficar.
