Conheça a comovente história do “santo” sem rosto e a bela lição que ela nos traz

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Créditos: Facebook; Pe. Gabriel Vila Verde/Reprodução

Você consegue reconhecer, no dia a dia, nas pessoas ao redor, nas situações corriqueiras o rosto de Deus? Este testemunho de amor e sofrimento é profundamente tocante e nos inspira a buscar amar mais a Deus e carregar, com alegria, as nossas cruzes!

A história de Paulo Roberto, um “santo” sem rosto, foi contada pelo Pe. Gabriel Vila Verde, por meio de um post nas suas redes sociais nesta sexta-feira (19) e comoveu milhares de pessoas.

Conheça a comovente história do “santo” sem rosto e a bela lição que ela nos traz


“… Apresento a vocês a história de Paulo Roberto, nascido em Carapicuíba-SP. Vítima de um agressivo câncer de pele, padeceu por 18 anos com esta enfermidade. Seu corpo fedia como um cadáver e poucos eram aqueles que tinham coragem de se aproximar. Seu rosto era coberto com um véu, para que os mosquitos não pousassem nele.

Os padres Henrique e Antonello, fundadores da @aliancademisericordia , descobriram o Paulo Roberto e se tornaram amigos, fazendo dele um ‘membro’ da comunidade. Paulo era um místico! Revelou que, na infância, Jesus perguntou a ele se estava disposto a sofrer, e ele aceitou abraçar a cruz.

Por várias vezes, Paulo Roberto participou dos encontros da Aliança, dando seu testemunho de fé. Muitos que viviam nas drogas e na imoralidade sexual, deixaram o pecado pelo testemunho de Paulo. Sua alegria era contagiosa! De vez em quando, as moscas pousavam em sua face e deixavam larvas que se reproduziam na carne. Era grande o sofrimento, mas ele não se deixava abater.

Faleceu no dia 10/01/2002. Antes de morrer, pediu à mãe que cobrisse seu rosto no caixão, e colocasse no pano a seguinte frase: “Rosto de Deus desfigurado pela dor, transfigurado pelo amor”. Quando o caixão foi aberto, ao invés do cheiro podre que exalava em vida, seu corpo exalou um suave perfume de rosas.

No seu testamento, ele escreveu coisas belíssimas, das quais transcrevo algumas: “Compreendi que meu sofrimento não é maior que o dos outros, pois sempre existirá alguém sofrendo mais do que eu… compreendi que o Terço é a chave da vitória, é a cópia da chave da grande porta da nossa casa… entendi que só existem duas grandes palavras: a primeira é o amor, e a segunda é o silêncio”.

Meus irmãos, que este testemunho nos converta verdadeiramente! Há poucos dias discutíamos sobre os rostos de Jesus e de Maria, mas será que conseguimos enxergar Jesus no rosto de Paulo Roberto? Pois bem: eis o verdadeiro rosto do Cristo! Quem não enxergar Cristo nos que sofrem, jamais verão a Cristo na glória.”

Ajuda-nos a ver a Tua face, Senhor!

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Victoria Arruda é jornalista, ama filmes, livros, música, teologia, política e... pizza. Escreve sobre coisas aleatórias, pra combinar com suas preferências pessoais.