Era adventista fervorosa, mas a Verdade que procurava só encontrou na Igreja Católica

Créditos: EWTN/Journey Home/Reprodução

Teresa Beem é uma mulher norte-americana que cresceu em uma família adventista e sempre esteve muito envolvida nas atividades desta seita. Foi adventista por quase 40 anos. Mas após o casamento com Arthur Beem, começou a notar algumas dissonâncias entre o que era pregado e que eles viviam, então decidiu abandonar a religião. Isto gerou muita confusão em sua família.

As desilusões da doutrina adventista

Teresa e o marido Arthur

“Em 1997, eu e Arthur estávamos cada vez mais desiludidos com o sistema adventista. Então decidimos começar a ler somente a Bíblia, pedindo ao Espírito Santo que nos guiasse e nos revelasse a verdade. Foi assim que começamos a encontrar discrepâncias adicionais entre a teologia adventista e a Bíblia. Estas são algumas das razões que nos motivaram a sair da igreja adventista:

Alguns hospitais adentistas realizam abortos à pedidos. Ao menos um que investiguei pessoalmente faz abortos parciais. Em 2000, convoquei a Conferência Geral sobre o tema do aborto. O escritório de Jan Paulsen me encaminhou para o Dr. George Reid para obter a a política oficial da igreja.

Ele declarou que a igreja é a favor da escolha e que estava decepcionado que o “Hospital Adventista de Washington tenha se tornado uma fábrica de abortos”. Eu e Arthur estivemos envolvidos com o movimento Adventist for Life (adventistas pela vida) desde 1985. Vimos o engano de parte de nossos líderes e muitos encobrimentos que tentavam parecer neutros neste tema, ainda que as instituições adventistas se declarassem como pró-vida.

Não detalharei mais sobre isso, já que é um tema muito extenso. No entanto, o assassinato de bebês inocentes não pode ser colocado debaixo do tapete das nossas consciências como um pequeno pecado.

O adventismo, na teoria, acredita na retidão pela fé. No entanto, na prática, ensina a guardar o sábado, comer carnes limpas etc. Uma igreja que diz ser a única remanescente alimenta o orgulho e a exclusividade. Isto tem manifestado atitudes de condenação e arrogância de outras denominações.

Os escritos de Elena G. de White sempre nos deixaram confusos. Alguns deles são muito inspiradores e outros podem te deixar desesperados, sabendo que você nunca estará a altura das expectativas. A mensagem é um pouco esquizofrênica. Alguns de seus ensinamentos são extremamente opostos às Escrituras.

A “Bíblia da Palavra Clara” funciona como uma explicação da Bíblia e é usada amplamente em todas as classes adventistas para substituir uma verdadeira tradução. Isto é muito inquietante, tendo em conta que elimina passagens, acrescenta outras e coloca palavras de Elena G. de White no texto entre aspas, como se fosse parte da Bíblia original. Se a Bíblia é a Palavra de Deus, não deve ser manipulada desta maneira.

Este é um erro sério e a própria Palavra de Deus adverte: “Não acrescentareis ao que vos mando e nada lhe tirareis” (Deut 4,2) e “Toda a palavra de Deus é provada, é um escudo para quem se fia nele” (Prov 30,5).

Ingressando na Igreja Católica

Com o auxílio da internet, Teresa começou a assistir debates entre católicos e protestantes, que a convenceram que os primeiros tinham uma formação superior, usando as Escrituras, a história da Igreja e argumentos lógicos. Depois de certa resistência, foi a uma paróquia para ver como tudo acontecia de fato.

A partir daí, fez uma experiência com a Verdade e começou a participar da catequese para adultos e ler a Bíblia mais cuidadosamente para entender melhor sobre a Eucaristia e Maria.

Desde a sua conversão, até o dia de hoje, Teresa se dedica a evangelizar através da apologética. Junto com seu marido, escreveu um livro chamado “É bom não ser Adventista do Sétimo Dia”.

Lindo testemunho de busca pela Verdade!

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