Saiba a verdade sobre o movimento abortista “Católicas Pelo Direito de Decidir”

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Em 1970, o Estado de Nova Iorque aprovou uma lei que permitia o aborto até o quinto mês de gravidez; em 1973, a Suprema Corte dos EUA declarou que o nascituro não é pessoa e que não tem direitos, impondo a legalidade do aborto a todo o território estadunidense.

Como a Igreja Católica se opôs, três membros do grupo pró-aborto NOW fundaram em 1970 a organização CFFC (“Catholics For a Free Choice” – Católicas pelo Direito de Decidir). Seu primeiro ato público foi o de ridicularizar a Igreja Católica, coroando uma feminista, na escadaria da Catedral de São Patrício em Nova Iorque, com o título de papisa Joana I. A primeira sede das CFFC localizou-se em Nova Iorque, nas dependências da “Planned Parenthood Federation of América” (PPFA), que atualmente é a proprietária da maior cadeia de clínicas de aborto da América do Norte.

Embora seja uma organização anticatólica, o nome “católica” é estratégico para confundir o público.

Francis Kissling, que foi presidente da CFFC durante anos desde 1982, explica, em uma entrevista de setembro de 2002, porque a Igreja Católica é o alvo chave: “A perspectiva católica é um bom lugar para começar, tanto em termos filosóficos, sociológicos como teológicos, porque a posição católica é a mais desenvolvida. Assim, se você puder refutar a posição católica, você refutou todas as demais. OK. Nenhum dos outros grupos religiosos realmente tem declarações tão bem definidas sobre a personalidade, quando começa a vida, fetos etc. Assim, se você derrubar a posição católica, você ganha”.

CFFC recebe vultosas doações de fundações de controle demográfico, entre elas: Fundação Ford, Fundação Sunnen, Fundação Mc Arthur e Fundação Playboy.

Por Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

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